Essays on documents, AI, productivity, and the future of work.
O verdadeiro valor de uma proposta não é o PDF — é o raciocínio que você fez para escrevê-la.
Documentos digitais mudaram as organizações mais do que a internet. A mudança de arquivos de aço para barras de busca reconfigurou como as empresas pensam.
O PDF foi inventado em 1993 e nada o substituiu. Porque ele resolveu o problema certo: fazer documentos parecerem iguais em todos os lugares.
A IA é ótima gerando texto, mas péssima na última milha — formatação, assinatura, entrega, rastreamento. A infraestrutura pouco glamorosa é o que mais importa.
De selos de cera a assinaturas eletrônicas: por que confiamos em um rabisco em um documento. É sobre comprometimento, não verificação.
Nos prometeram o escritório sem papel em 1975. Usamos mais papel do que nunca. O que deu errado e o que está realmente mudando agora.
Para startups, lidar manualmente com cada contrato e fatura ensina o que automatizar depois.
Comprimir um PDF é uma forma de inteligência — decidir qual informação importa. Isso é fundamentalmente o que a IA também faz.
Formulários são o padrão de UI mais subestimado. Formulários de impostos, formulários médicos, candidaturas a emprego — é como instituições falam com indivíduos.
O software mais bem-sucedido resolve problemas chatos. Processamento de documentos é chato. É exatamente por isso que é um mercado enorme.
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